Colapso imperial é guerra total

Sem gasóleo e sem fertilizantes, sem gás para o inverno, o capitalismo imperialista de Ocidente vai acelerar o seu niilismo belicista para vencer ou morrer matando no confronto total existencial com o emergente Mundo Multipolar

Por JFKastro | 29/04/2026

Capitalismo imperialista ocidental vai acelerar os planos de guerra total. Certos títeres como Starmer, Sánchez e Macron serám realinhados ou até substituídos para cumprir os desígnios dos seus amos. Alvos definidos no programa que Netanyahu ordena executar a Trump em Mar a Lago durante noite dos Santos Inocentes, o que logo Trump proclama em Davos para ser delimitado nos seus detalhes, finalmente, por Narco Rubio em Munique, apenas duas semanas antes do ataque contra a República Islámica do Irám.

Um modelo onde em linhas gerais querem voltar ao colonialismo atroz euroatlántico anterior a 1945 por via de guerra total contra o Mundo Multipolar e descolonizado e repressom bárbara da esquerda real anti-imperialista. Com tal programa já desenhado no Pentágono sabemos bem o que vai passar em Eurásia inteira. E nom vai tardar muito.

A Guerra Global Total em fase culminante e definitiva é questom de meses.

Sem gasóleo e sem fertilizantes, sem gás para o inverno, o capitalismo imperialista de Ocidente vai acelerar o seu niilismo belicista para vencer ou morrer matando no confronto total existencial com o emergente Mundo Multipolar.

Antes mesmo do que tinham planificado (2029 aproximadamente). A UE será o aríete principal já em planos operativos contra Rússia antifasZista, contra da Bielorússia Popular, contra a PMR da Transnístria e para liquidar de vez a Sérvia relativamente independente e prorrussa nos Balcáns. Mediante revisom acordada e preparada nesta semana na cimeira chipriota por verbo do artigo 42.7 do Tratado da UE, os globalistas eurocratas querem impor a excusa para um regime militar-policial na Uniom contra qualquer movimento popular anti-imperialista e rupturista interno e para apretar até asfixia a soga da censura digital e da exclusom política e social(ensaiado na Plandemia) de qualquer classe de dissidentes do seu modelo totalitário e distópico de fascismo neoimperial do século XXI.

Além disto, os Estados Maiores da OTAN estám a preparar os planos dumha entrada em guerra formal contra do Kremlin e Minsk e também contra o Eixo da Resistência de forma subsidiária. Os signos da escalada som evidentes. -Desde armamento nuclear em território finlandês até bases militares USA e UK sob cobertura aeronaval UE em Chipre passando por incidentes cada vez mais graves no Báltico, Polónia e Roménia contra da Rússia antifasZista e Bielorússia Popular, todos orquestrados polo Império além de querer integrar seica «simbolicamente» no 2027 o regime de Ukronázia na UE, mas nom ainda «formalmente» na OTAN.

Assim a parte europeia do Poder Sionazista Global vai levar sobre as costas a plena carga da próxima BARBARROSSA 2.0 do Ártico ao Mediterráneo Oriental e a neocolonial reconquista franca da África Central. Neste 25 de Abril vimos várias amostras provocadoras, o ataque jihadista teledirigido por Paris contra Corpo Africano da Rússia e tropas do Mali, com a queda de Kidal. Imperialismo franco nom perdoa a Rússia a perda dos seus senhorios no Sahel.

O ataque direto mediante radares OTAN e avions da RAF contra drons russos em territorio de Ukronázia no Mar Negro e o alegado «incidente» em Roménia, enquanto à noite um ataque brutal de drons tenta sementar o terror em Sebastopol. A Rússia responde com um contra-ataque duro sobre as industrias bélicas ukronazistas arredor de Dnipropetrovsk. Mas, o problema de fondo para a Rússia é outro e bem espinhoso. Verdadeiro Complexo Militar Industrial que mantém a maquinária bélica ukronazista está em territorio da UE. Por algo primeiro ministro polaco, fala de meses antes dum ataque russo e amostra dúvidas sobre a resposta efetiva atlantista mediante artigo 5 e Bruxelas quer por isto clarificar num senso inequivocamente militarista os Tratados da UE. Estes acontecimentos, justamente, desenvolvem-se e vam acelerar após a cimeira dos embaixadores UE em Chipre, onde foi recibido com todas as galas na foto o grande aliado sionazista em Damasco, o criminal Al Julani. Eis outro aviso claro do IV Reich europeu para o inteiro Eixo da Resistência de Ásia Ocidental e também para as bases russas em Latakia e Khmeinim na beiramar levantina…Cada qual avisa e preme onde pode.

Porque além disto, os portos do Mar Vermelho e Suez, junto com qualquer oleoduto ou campo petrolífero de Arábia Saudita, Curdistám sipaio EAU e Kuwait podem ser destruídos ou bloqueados polo Eixo Resistente e, portanto sem exterminar Gaza e Hizbullah, nem expulsar Rússia de Latakia, tampouco se podem garantir para IV Reich em andamento anunciado no manifesto Palantir, nem um passo seguro polos portos de Haifa e Beirut para exportar gás ou petróleo por rutas alternativas a Ormuz, nem se pode iniciar o saqueio dos campos riquíssimos de gás na costa de Gaza e Líbano.

Irám e Rússia se querem podem arrasar as infraestruturas todas que precisa maquinária da última e mais brutal BARBARROSSA/CRUZADA cara Oriente, podem eliminar aginha os recursos de Azerbaijám, do Curdistám autónomo sipaio, das petromonarquias árabes, e da entidade colonial sionazista, um Xeque Mate logístico estratégico por múltiples vias enquanto bloqueiam Ormuz, Suez e o Mar Negro ou seguram o fluxo do Turkstream em troca das lealdades búlgara e macedónia e para apoiar irmandade sérvia, abrindo assim umha úlcera balcánica que ponha base OTAN em Kosovo em risco potencial.

Se a isto sumamos o risco de perder os cabos subterráneos de internet nesta zona ,com todo isto combinado, a maioria dos combustíveis, das infraestruturas e bases de dados e, SOBRETODO, os fertilizantes que requer o capitalismo euro-ocidental para sobreviver, temos o motivo do frenético ardor bélico nas capitais europeias desde Londres a Berlim.

Se a isto, também engadimos o uránio e ouro de África Central e Ásia Central, as terras raras chinesas e, nom vamos falar mais nisso, os chips de Taiwán….Se Irám consolida Ormuz para a Nova Ruta da Seda e o Índico e Mar Vermelho ficam abertos para China Popular e Rússia até o centro e Sul de África, com Argélia aliada destes e com Donbass, Crimeia, Transnístria e o Mar Negro em maos russas, e mesmo uns Balcáns achegados a Moscovo, entom o inteiro domínio de Ocidente fica totalmente nocauteado. E as massas populares no centro sem gasóleo, sem pam e sem aquecimento podem pedir as pertinentes responsabilidades a quem os levou a este desastre. O Grande Taboleiro volto do revés. Por isto precisam acelerar o massacre, o shock e o terror antes de perderem o controlo do jogo. Tempos duros e decisivos aguardam por Nós.

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