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No combate corpo a corpo e logo de 700 días, as unidades de elite sionazistas com os seus blindados e drons de última gama amostrárom nom serem grande cousa frente a umhas guerrilhas decididas, combativas e criativas.
Por J.F. Kastro | 14/10/2025
O esquema contrainsurgente previamente ensaiado na Colómbia e na Irlanda vai ser, mui provavelmente , o cenário que tencionam implementar em Gaza após o CESSAR-FOGO. Paz por presos e por postinhos locais, dividir, comprar e fragmentar a resposta dos setores relutantes mediante a miragem da ANP, com os lambiscos diplomáticos e por obra das dádivas dos emires…
Mas, ENQUANTO o Eixo ficar em pé, como mínimo em Teerám e Saná, o espectro dumha nova Al Aqsa nom é parte do catálogo de impossivéis.
Sionazismo de Netanyahu e CIA estava a ficar isolado e contestado no seio do Mundo Ocidental, até o seu ataque a Qatar que tinha como alvo dar ultimátum a Hamás foi causa dum grande problema para a CITY e o setor globalista atlantista otánico nos seus tratos com as petromonarquias e com a Turquia, sobretodo porque Ancara nom se pode molhar mais no Cáucaso e no Mar Negro contra da Rússia anti-fasZista e contra do Irám sem antes ter algum resquício de influir em Gaza, como parte do seu próprio esquema subimperial neo-otomano indo de Líbia até Azerbaijám passando por Damasco.
Mediante um CESSAR-FOGO temporal e trampa como promesas dum estadinho palestiniano capado sob «garantias» de Erdogan, Macron, Trump, Al Sisi e das petromonarquias sipaias, os estrategas sionazistas querem ganhar tempo adicional ao estilo do acontecido em Janeiro até poderem calmar ou atenuar as imensas e cada vez mais desafiantes protestas de massas contra o genocídio nas metrópoles árabes e ocidentais, e assim impulsarem o controlo de Gaza polo setor palestiniano mais refratário a umha linha anti-imperialista aliada com o Eixo Resistente.
Todo o plano Trump vem de mais atrás. E, sobretodo, de muito mais acima.
A contraofensiva do PSG face o inicialmente bem sucedido plano libertador da Palestina Histórica ocupada que deu no Tet sionazista de 7 de outubro, genialmente desenhado na década prévia polo comandante mártir Suleimani, inícia com a suspeita morte de Raisi na raia do Azerbaijám em maio de 2024, continuando com assassinato de Nasrallah em setembro, martírio de Sinwar em outubro e que vai culminar com o esfarelamento interno da República Árabe Síria em apenas dez dias antes do Natal. Seis meses de contragolpes tan brutais como fulcrais. Sobretodo com a moderna queda de Damasco, este último passo foi chave para estabelecer um «acordo tático» no terreno com a Irmandade Sunita e o neo-otomanismo de Erdogan para influir no setor mais pragmático de Hamás.
A resposta a tal envite foi entre morna ou abertamente favorável em certos setores da sociedade e do tecido militante palestiniano que apoiárom tacitamente ou até saudárom o derrocamento terrorista e sionazista da Síria laica e baasista, mesmo sabendo que perdiam as bases de apoio lá e que os sionazistas anexariam de iure o Golán e de facto as zonas drusas.
Na Faixa, agora mesmo o plano A vai ser aplicar soft power e suborno humanitário com Qatar, Egito e Turquia se o setor mais pragmático do Hamás cede armas e mando a um Comité tecnocrático palestiniano na nova rolda da vindeira semana. Ou senom veremos umha estratégia de guerra civil larvada, com agentes infiltrados, escaladas seletivas do exército ocupante e assassinatos seletivos dos irredentos. O cenário ensaiado e melhorado de Cisjordánia e do Líbano também volta por Rafah.
Com Gaza suavizada fica a tarefa dura. Empregar em ataque final coordenado sicários do neo-falangismo, drusos e Al Quaeda de Damasco para rematar com Hizbullah e atacar logo imediatamente com todo o arsenal e com todos os regimes auxiliares contra o grande núcleo central de última defesa face planos de Eretz Israel com New Middle East imperiais: A tríade curtida, teimosa e tecnologicamente preparada de CGRI Irám/ Ansarullah/PMU do Iraque.
Por agora, o heroico Iémen pudo parar a ofensiva aeronaval anglo-sionazista da Primavera e assim manter o seu embargo marítimo no Mar Vermelho, um BDS efetivamente solidário com Gaza, despregar a sua combatividade resiliente e continuar a praticar um hostigamento quotidiano da entidade colonial com mísseis e drons. Enquanto a República Islámica do Irám pudo respostar com três Verdadeiras Promesas defensivas aos ataques do PSG culminando na contundente resposta de Junho contra a fracassada Blitzkrieg sionazista de Junho, com a sua cúpula militar renovada e preservando, aliás, as suas futuras capacidades nucleares mália as tensons internas e intrigas dum perigoso setor reformista e conciliador com Ocidente no seio do Governo e do Estado.
Na perspectiva destes dous anos de luita heroica e decidida do povo palestiniano e do inteiro Eixo Resistente face os inimigos da Humanidade, podemos enxergar um balance mui básico, provisório e inconcluso decerto do que lá passou para bem e para mal. Quais eram os alvos táticos entom quando o 27 de Outubro de 2.023 os primeiros carros de Gedeom entram na Faixa a ferro e fogo?. Dous principalmente.
Libertar os presos palestinianos via intercámbio com os colonos arrestados.
Um shock e desgaste interno dos colonos para travar acordos com governos árabes colaboracionistas de 2020 e colocar a irredenta questom palestiniana no mapa outravolta.
Em parte isto foi precariamente acadado.
Al Aqsa como Ofensiva da Dignidade anti-imperialista, desde aquele abrente do 7 de outubro até a troca final de colonos arrestados nesta fim de semana, disto podemos afirmar que resulta numha vitória tática para o setor pragmático de Hamás, pois o movimento fica em pé com seus velhos e novos padrinhos e isolando internacionalmente os setores mais ultras do regime sionista, evitando um genocídio físico consumado e mesmo acadando o reconhecimento do estadinho palestiniano por boa parte de Ocidente. Aliás, continuam com o seu controlo real de Gaza após 2 anos, mália ficar tocados, e conservam em boa parte a rede de túneis e de boa parte da beiramar e zonas urbanas da Faixa… No combate corpo a corpo e logo de 700 días, as unidades de elite sionazistas com os seus blindados e drons de última gama amostrárom nom serem grande cousa frente a umhas guerrilhas decididas, combativas e criativas.
Mais Al Aqsa remata, também por agora, como umha derrota parcial estratégica do Eixo Resistente que perdeu o seu melhor liderado na fase de Ofensiva estratégica em todas as frentes: Raisi, Síria, Nasrallah e Sinwar, e que agora volta a ficar na defensiva estratégica e preparando a resposta ao inexorável asalto total e final anglo- sionazista.
A GUERRA REALMENTE é que inicia após troca dos colonos arrestados DENTRO e FORA de Gaza.
A chave de todo nom está e nunca estivo em Gaza. A sorte do inteiro Eixo Resistente e da própria causa palestiniana vai ser decidida finalmente num conflito Sionazista com respaldo USA e OTAN contra República Islámica do Irám. E ligado ao que decorre nas estepas de Ucránia e, doravante, nas abas de algúns montes ainda indómitos nos Balcáns e do Cáucaso.
A partida estratégica polo Heartland da Eurásia e o controlo do Mundo decorre, como sempre, de Dniéper a Eufrates, entre Irám e Donbass, nas terras do Mar Negro ao Cáspio, onde estivo e quer voltar a imperar a Khazaria….. E também se joga a semifinal em Caracas…
Prémio Nobel a María Corina é a luz verde por parte do Poder Sionazista Global para atacar a Venezuela Bolivariana. Chamada de Netanyahu a Putin antes do acordo no Egito é aviso final a Moscovo para capitular (des)honrosamente e deixar Irám na estacada ou se aprestar a um conflito aberto global tanto pola chave da Eurásia quanto para segurar o controlo polo Império do Mal dos maiores recursos petrolíferos mundiais com os que travar de vez ascenso do Mundo Multipolar.
Von der Leyen foi salva ontem no Euroteatro do lobby atlantista e Macron tenta no Hexágono um governo de unidade otanista com o PS, verdes, liberais e a direita como esteio preciso antes dum passo fulcral na renovada escalada belicista CONTRA da Rússia, Venezuela e Irám para dar a batalha decisiva económica e geoestratégica polos recursos energéticos necessários e as rutas comerciais vitais para soster o dólar e o euro e poder trampear um pouco a crise da dívida impagável no capitalismo imperialista.
A GUERRA contra Rússia e Irám, Venezuela Bolivariana e o resto do Eixo Resistente vai agudizar-se em breve.
O Bispo de Roma gringo, o que nom se atreveu a nomear como genocídio o extermínio das crianças cristiás de Gaza polo novo Herodes Moloch cumpre o role do agente reacionário polaco no Leste após assassinato por setores escuros do seu predecesor progressista. É também um dique contra os setores mais anti-imperialistas da Praxe Libertadora em Abya Yala. Quer soterrar lá o exemplo do Cristo dos povos e dos pobres que Chavez lembrou como primeiro guieiro socialista da nossa Era.
O showman Donald Trump melhor que tente cumprir o role do ator de segunda Ronald Reagan neste novo serial que se prepara contra todos os povos e governos que desafiam outravolta o anunciado Fim da História e se resistem a ser destruidos no Grande Reset.
Mais que nada polo seu próprio interesse de conservar vida e fazenda, e para nom rematar como um tal Kennedy por causa de negociar em temas nucleares com a URSS, por hesitar em permitir ao sionazismo e o Complexo Militar Industrial o controlo absoluto do Pentágono e do poder real e nom escalar de todo contra Vietnam e Cuba. Tem um vicepresidente e um secretário de estado mui dispostos para suceder ele se algum trágico incidente acontecer a médio termo.
A escuálida terrorista María Corina é a variante feminazista e crioula de Walesa e Havel nestes planos de guerras imperialistas agónicas, aprofundadas e implacáveis.
Sem o controlo dos recursos de Venezuela e o bloqueio naval da OTAN contra as divisas petrolíferas do Kremlin, sem um contínuo e asfixiante desgaste económico real contra Irám e Rússia anti-fasZista até facilitarem um novo cenário gorbachoviano nos dous pontos como nos 80, o PSG nom pode até sonhar mesmo em ganhar a partida contra da China Popular no económico.
Peons, Bispos e Torres estám a ser definitivamente colocados.
O Grande Jogo já escolheu os taboleiros das grandes e decisivas partidas.
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