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É urgente vertebrar um movimento popular pola Paz, contra a III Guerra Mundial com a que sonham as elites eurofascistas do jardim de Borrel
Por Carlos Morais
As comemoraçons do 80 aniversário do hollywoodense ‘desembarco de Normandia de junho de 1944, é umha das grandes entelequias do imperialismo.
Nessa altura já estava quebrada a espinha dorsal do complexo militar industrial nazi.
Foi na batalha de Stalingrado (fevereiro de 1943) e na de Kurks (agosto de 1943) quando se produz a derrota estratégica do III Reich.
O objetivo principal do ‘desembarco’ foi evitar que os T-34 soviéticos atingissem Fisterra e o cabo de Sam Vicente, provocando a queda das ditaduras franquista e salazarista, e portanto a libertaçom dos territórios ibéricos.
Todo o resto é propaganda do imperialismo anglo-saxom, autoproclamando-se como libertador da Europa ocidental, quando tanto USA como a Gram Bretanha coincidiam plenamente com Hitler no essencial: aniquilar o Socialismo na URSS.
A presença da escória de Zelensky com Biden, e resto de mamarrachos: rei Carlos III, o príncipe Guillermo, Rishi Sunak, Charles Michel ou Justin Trudeau, no show montado por Macron nas praias do Canal da Mancha, constata que segue inacabada a tarefa histórica de Stalin: esmagar e aniquilar os nazis.
Hoje, enquanto a OTAN e a UE se preparam para retomar a fracassada operaçom Barbarrossa, é a Rússia quem está mandando ao inferno aos ukronazis e libertando a Ucrânia da escória fascista.
É urgente vertebrar um movimento popular pola Paz, contra a III Guerra Mundial com a que sonham as elites eurofascistas do jardim de Borrel.
Um movimento social de massas que desmonte as falácias do perigo e ‘ameaças’ de Putin contra os cínicos ‘valores de Ocidente’.
Temos que demonstrar que a guerra é a alternativa da burguesia para fazer frente a queda tendencial da taxa de ganho em plena crise estrutural do capitalismo senil e agónico.
Que o proletariado e o conjunto do povo trabalhador nom podemos alinhar com os que nos condenam à depauperacom e miséria.
Nom podemos aderir com os que pretendem empregar a juventude galega como carne de canhom para defender os seus privilégios.
Nom som horas de equidistâncias nem de cálculos oportunistas, som horas de preparar-me para luitarmos contra o processo de militarizaçom da UE e evitarmos que a devastaçom que arrassa Gaza se extenda por meia Europa.
Sempre antifasZistas e anti-imperialistas!⚔⚔✊
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