Nova Tática desnazificadora

Insignia do Destacamento Comunista na Brigada Pizrak

As melhores tropas de Kiev ficam pois cercadas estrategicamente já até de início, e mesmo quando ainda não sabem disto e acreditam suas linhas de abastecimento e postos defensivos serem por um tempo seguros

Por Coronel Bieito | 13/12/2025

Uma nova tática da guerra urbana se desenvolve desde o cerco de Artemovsk até o caldeiro de Dimitrov. Eis a maior e mais recente das achegas na praxe dos estrategistas militares russos para nova arte operacional do século XXI na Europa.

As lições da OME face moderna doutrina OTAN vão ser fulcrais para os futuros cenários de combate serem adaptados a um novo estilo de conflito convencional terrestre em grande escala, que os centros urbanos da Polónia, do Báltico, da Alemanha ou da Suécia poderiam experimentar em sua pele, de agirem no futuro como arietes da escalada militar final no Leste.

Em troca de empregar poderosas barreiras clássicas de artilharia para logo enviarem grandes grupos combinados como fez no início da OME, a Rússia aprende a confrontar novas realidades amargas após o fiasco sangrento na contorna de Kiev durante a primeira parte da campanha, confirmadas trás custosos assédios em tropas e material quando recuperam Mariupol e áreas importantes na Republica Popular de Lugansk.

Uma análise retificadora da doutrina inicial que se vai amostrar vital logo de encaixar o revés em Kharkov e Kherson por causa dumha frente estendida demais, e diante das táticas de guerra movéis, com o shock, caos, sabotagens e desmantelamento das comunicações cara a posterior ruptura, todo segundo manual da OTAN, metodologias que diversas unidades especiais dos ukronazistas, já treinadas em Ocidente, empregaram com evidente sucesso no Outono de 2022 e logo prosseguem durante ataques terroristas reiterados em Belgorod e na Ofensiva de Kursk até 2023.

Assim, o Alto Comando da Rússia antifasZista desenvolve novos métodos de luta num campo de batalha saturado, hipercontrolado e tecnificado onde os satélites do imperio, os drons baratos e os pequenos mas efetivos grupos de vanguarda inimigos atacam sob o chamado esquema dos «mil cortes locais», da guerra cognitiva de última geração, dos golpes de mão e dum intento continuado para aterrorizar e desmoralizar tanto a população da zona de combate simpatizante com a OME desnazificadora quanto a própria opinião publica da Rússia central para fazer descarrilar a Libertação de Donbass e Novorrússia, obrigar tropas russas para retirada e derrubar o governo de Putin ao cabo.

Mas a necessidade é o melhor dos mestres para um Estado Maior russo que nom é um simples grupo de inúteis postos a dedo, isto com certeza .

E, pouco a pouco, os frutos da renovada vitória chegam. Agora, uma tropa em avanço deve forçar a outra para uma prolongada luta cada vez mais agónica a se organizar «durante muito tempo». Da quantidade passamos para a qualidade e nos bairros, polígonos, ruelas, canais e florestas os comandantes banderistas e seus supervisores otanistas assistem atónitos para outra deliberada ‘desmecanização’ e divisão das operações militares, onde não vão poder respostar decerto à tática de ações seguidas mais flexíveis e operativos discretos continuados se infiltrando em todas as partes e nemhuma ao mesmo tempo, por parte do Grupo Wagner inicialmente e depois também das unidades especiais, do Akhmat checheno, de grupos de tropas aerotransportadas, etc.

Além disso, evoluindo de procurar cercar e logo tomar os centros urbanos com colunas de tanques e unidades de infantaria, os conhecidos daquela como Grupos Táticos de Batalhom, agora as forças russas optam por unidades muito menores e bem treinadas para estas anovadas doutrinas operacionais. Estas infiltram-se em condições de baixa visibilidade, como nevoeiro, para travar a sus detecção por drons de reconhecimento e satélites OTAN. As melhores tropas de Kiev ficam pois cercadas estrategicamente já até de início, e mesmo quando ainda não sabem disto e acreditam suas linhas de abastecimento e postos defensivos serem por um tempo seguros.

Desgaste de vagar, ataques e retiradas quotidianos durante inúmeros contra-ataques inimigos deliberadamente provocados permitem garantir o controle das zonas alvo, e a ulterior limpeça metódica das posições inimigas, com apoio de milhares de drons kamikazes, bombas FAB, robótica e artilharia.

Este conceito operacional é a chave da posterior Vitória e afundimento da linha ukronazista em todas as batalhas de cerco e posição que vimos decorrer no Donbass densamente habitado e amplamente fortificado, onde Kiev e a OTAN concentram, dessangram e perdem de maneira inexorável uma após outra as suas melhores unidades até chegarem a um colapso interno que semelha ser muito próximo e traumático para o inteiro Ocidente exasperado e temerário na beira da escalada final do massacre continental, com certeza programada para reverter o seu anunciado declínio…

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