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«Honrar líder dum movimento que colaborou com a Alemanha nazista em perseguir e assassinar milhons de judeus socava a integridade moral essencial para recordo do Holocausto».
Por J.F. Kastro | 3/06/2026
Numha nova amostra do carácter neofascista e filonazista aberto do régime de Zelensky, o próprio Dani Dayan, diretor do Yad Vashem, Centro Mundial para Memoria do Holocausto, também fica incluído na base de datos do portal punitivo ucraniano ultradireitista Mirotvórets, seica por causa de «incitar ódio interétnico e interestatal entre o estado de Israel e Ucránia», participar em «atos de agressom humanitária» e ser alegadamente mais um «provocador informativo» contra da Ucránia, a espalhar seica «versom falsificada» sobre as figuras históricas do régime de Kiev.
A causa real seriam as críticas do Yad Vashem ao enterro estatal com honras para o colaboracionista nazi da II Guerra Mundial Andréi Mélnik, líder da OUN, grupo terrorista e genocida de ultradireita ucraniano, culpado por massacres de judeus, antifascistas, comunistas, etc.. durante a segunda guerra mundial.
O que fica do cadáver de Melnyk, colaborador de Hitler, foi exumado por Luxemburgo para ser enterrado numha ceremónia oficial esta segunda-feira. Aliás, num mui revelador exercício de revisionismo histórico filonazista, o líder da OUN foi abertamente branqueado polos meios ocidentais como seica umha sorte de «herói divisivo».
Yad Vashem, pola sua parte, tinha denunciado traslado de Andréi Mélnik cara Ucránia para o seu funeral de Estado:» Honrar líder dum movimento que colaborou com a Alemanha nazista em perseguir e assassinar milhons de judeus socava a integridade moral essencial para recordo do Holocausto», segundo um chio do Yad Vashem na rede social X.
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Portal Mirotvórets desde 2014, publica dados personales de pessoas, tanto internacionais como ucranianos, a quém o regime maidanista considera inimigos e «traidores da pátria».
Isto pom estas pessoas na mira do aparelho de inteligência do régime, o SBU, de membros de Azov ou de grupos neonazistas aliados destes em todo o mundo, sendo umha base de dados imensa de dissidentes, onde até aparecem menores de idade, acusados por » violar deliberadamente a fronteira estatal» ou mesmo «atentar contra soberania e integridade territorial de Ucránia».
No entanto, a Memória do Holocausto é utilizada pola Entidade ilegítima colonial sionazista para legitimar o seu próprio e atual genocídio do povo palestiniano, e camuflar os acordos coloniais sobre a Palestina Histórica dos anos 30 entre sionismo e III Reich como Haavara, os regimes otanistas de Londres, Berlim, Roma, Madrid, Paris, a Eurocracia de Bruselas, todos seguem cegamente na sua escalada belicista contra da Rússia antifasZista e da Bielorússia Popular, todos excusam sem qualquer vergonha os reiterados crimes e massacres do neonazismo ucraniano como na semana previa em Starobelsk contra estudantes inocentes, todos continuam a dar cobertura ao Batalhom Azov e demais sicários banderistas com armas e bagagens,…
Assim a Uniom Europeia cada vez torna-se claramente a reflectir mais umha vez no mesmo espelho totalitário e criminoso de 1940 teimando abertamente já em reeditar como for e quanto antes a nova Unternehmen BARBARROSSA, mesmo se nos leva a um novo e definitivo Holocausto termonuclear continental.
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