cumpre agora calcular quais chances de defesa aérea ficariam disponíveis para o intre em que FFAA venezolanas tencionem travarem ou ralentizarem os brutais efeitos do ataque inicial gringo
Por JFKastro | 19/11/2025
Com a proximidade espacial e temporal de ataques diretos em território republicano, enxergados como umha serie de ataques aéreos contra alvos estratégicos bolivarianos sob cobertura do Grupo de Ataque USS Gerald Ford, a pregunta essencial para Nós consiste na possibilidade real da Resistência Bolivariana aturar no primeiro round, e falamos em termos de guerra convencional primeiro e de Guerra de Todo o Povo depois para derrotarem os designios do Império…
Por isto é que cumpre agora calcular quais chances de defesa aérea ficariam disponíveis para o intre em que FFAA venezolanas tencionem travarem ou ralentizarem os brutais efeitos do ataque inicial gringo.
Tendo para isto acumulada umha digna panóplia defensiva, que mistura algum equipamento mais antigos de origem ocidental como F16 e algum sistema defensivo de Israel e da Suécia, junto com um número qualitativamente melhor de sistemas temíveis, mais modernos, principalmente vindos da Rússia, e com algumhas achegas também da República Islámica do Irám.
O Império com certeza vai empregar caças F-35B do Corpo de Marines dos EUA sediados na antiga Base Naval de Roosevelt Roads, reaberta em Porto Rico. Tais aeronaves já estám agora realizando patrulhas pola zona, com os rastreadores de voo de código aberto operando na costa da Venezuela, concretamente na Maiquetía tal e como advertira Ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López em outubro, e isto foi causa para os sistemas móveis de mísseis terra-ar venezuelanos serem redistribuídos, com o mester de previrem atividades provocadoras gringas.
Além dos F-35 ativos na regiom, podemos inferir que forças americanas atacantes empregariam também os jatos de ataque AV-8B do Corpo de Marines como parte do Elemento de Combate Aéreo (ACE) desde o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima. Oportunos «exercícios militares» desta semana em Trinidad e Tobago anunciam certamente um papel decisivo para o US Marine Corps e as suas tropas especiais após pertinentes e intensos bombardeios estratégicos aeronavais abrirem o caminho.
Os MQ-9 Reapers já foram usados anteriormente no seu alegado «combate contra as drogas» neste cenário. Evidentemente, MQ-9 poderiam servir para realizar operativos militares de reconhecimento e ataques em espaço aéreo pouco contestado face possíveis grupos resistentes locais ou para evitar transporte regional de armas e hostigar grupos combatentes anti-imperialistas.
Mas, no Shock and Awe principal os F-35 decerto som a arma escolhida. Esses caças podem desafiar espaço aéreo inimigo, até quando bem defendido, e podem atingir todo tipo de alvos, tanto fixos quanto móveis.
A principal causa disto reside nos F-35 serem equipados com um moderno conjunto de sensores de vigiláncia e reconhecimento, o que permite umha grande versatilidade tática em tarefas ofensivas e defensivas.
No entanto, o Império tem vários desafios nos seus planos de ataque aeronaval contra da Pátria Bolivariana.
Desde setembro, com as suas voltas e reviravoltas perdérom qualquer fator surpresa, permitindo ao governo e povo da Venezuela preparar a resposta contra um ataque dos EUA. A Rússia, logo de ratificar um oportuno Tratado Estratégico com Caracas, tampouco ficou nisto à toa.
Quais som entom as capacidades militares venezuelanas para interromper ou dificultar as iniciais operaçons aéreas dos EUA mediante sistemas de defesa aérea?.
Combinar de modo criativo em diferentes capas os seus ótimos sistemas terrestres de alta mobilidade S300, Pechora e Buk, operados desde o Exército Bolivariano em terra( EB), junto com algum ataque bem medido mediante esquadrons preservados de caças da Força Aérea Venezuelana (Aviación Militar Bolivariana Venezolana, AMBV) e dos poucos navios equipados com sistemas de defesa aérea na Armada Bolivariana de Venezuela. Enquanto se despregam para combate urbano e rural outros componentes, de sempre pensados para a fase da Guerra Popular das milícias, da Greve Geral Insurrecional operária, com o plano de ligar com outras guerrilhas no quadro dum posterior e custoso conflito asimétrico para os invasores, prolongado com a ideia de se radicalizar e ampliar deica chegar até revolta anti- imperialista regional.
O valioso componente aéreo da Resistência Bolivariana.
Em princípio, ataque gringo vai tentar aniquilar capacidade da Força Aérea Venezuelana (AMBV), sendo o seu principal componente no tempo actual de combate composto por esquadrons de caças russos Su-30MK2V Flanker. Uns caças polivalentes que podem ser armados com mísseis ar-ar de longo alcance, e que tenhem valiosas e ulteriores capacidades multifuncionais, pois transportam também um poderoso armamento ar-terra guiado, incluindo modernos mísseis antinavio supersónicos Kh-31A (AS-17 Krypton).
Preservar mínima capacidade aérea para algum contragolpe estratégico frente US Navy.
Armamento ar-ar dos Su-30 inclui o míssil de longo alcance R-77, conhecido pela OTAN como AA-12 Adder.
O seu alcance máximo declarado som 80 quilómetros, o míssil R-77 vai ser normalmente lançado sob guiamento inercial, com atualizaçom de trajetória fornecida por enlace de dados, para logo utilizar buscador de radar ativo na fase terminal contra do alvo previsto. Aliás, o R-77 pode combinar para um modo de busca automática por interferência eletrónica caso encontre fortes contramedidas inimigas semelhantes, desmantelando deste modo a fonte da interferência.
Além disto, os Flanker também podem transportar mísseis ar-ar de longo alcance da série R-27 (AA-10).
Existem diversos modelos, R-27R, com guiamento por radar semiativo, R- 27T, com guiamento por infravermelho, R-27ER, com guiamento por radar de longo alcance, e o R-27ET, com outro guiamento por infravermelho. Variantes de alcance estendido nesta série adicionam motor de pulso duplo mais potente com o mesmo míssil. Alcance máximo do R-27R é de aproximadamente 60 km, e de 50 km para R-27T, enquanto os de alcance estendido podem atingir alvos a 95 km (R-27ER) ou 90 km (R-27ET).
Fustigamento tático intermitente.
De tratarmos os mísseis de curto alcance que pode transportar um Su-30 seriam os R-73, mais conhecidos no Ocidente como AA-11 Archer.
Levam buscador infravermelho de todos os ángulos, alta capacidade de mira fora do eixo, controles de vetorizaçom de empuxo e podem ser até guiados desde mira montada no capacete do piloto. Tenhem alcance máximo de 30 km contra um alvo frontal e duns 14 km quando alvo inimigo é atacado por trás.
Se el primero en comentar