Abaixo a monarquia corruta. Galiza pola República

Por Vigo Antifascista

No día 28 de abril, continuando com a intensa campanha promovida após o Manifesto Vigo Cidade Antifascista, umhas cinquenta pessoas pertencentes ao coletivo que já no dia 17 deste mês figera um multitudinário ato sob a cruz franquista do Castro, para denunciar o incumprimento da Lei de Memória Histórica por parte do Concelho de Vigo, concentrárom-se nas portas do consistório, diante do busto do rei emérito, Juan Carlos I, para exigir às autoridades viguesas a súa retirada. Este novo ato de afirmaçom republicana, realizou-se só seis días depois de que Vigo Antifascista realizara outro exercício de Memória, lembrando aos mártires do Bou Eva, injustamente esquecidos por umha cidade que nem tam sequer tem umha placa para honrá-los, enquanto mantém diante das portas da sede do seu governo, a esfinge do sucessor do ditador.

Às oito da tarde começou o ato, com umha nutrida participaçom de moços antifascistas, que acudirom à convocatória feita polas redes, concentrando-se trás umha faixa com o lema “Abaixo a monarquia corruta. Galiza pola República”, e as bandeiras da Pátria galega, da República espanhola, e do Antifascismo, dando leitura ao seguinte comunicado:

“Muito obrigado a todas e todos por assistirdes a esta concentraçom organizada por Vigo Antifascista.

Hoje, na Praça do Concelho, diante do infame busto deste bandido, o rei emérito, para monstrarmos o nosso rejeitamento à criminal e corruta monarquia bourbónica.

A família de gangsters hospedada na Zarzuela, vivendo a costa da miséria e sufrimento do povo trabalhador, representa todo contra o que devemos luitar.  A monarquia bourbónica herdeira do franquismo é, junto à uniom territorial imposta, umha das pedras angulares que sustentam o regime de 78.

A modélica transiçom, nom foi mais que umha maquilhagem da ditadura, o fascismo continuou presente em todas as instituiçons do atual Estado, como no poder judicial, exército, ou na garda civil…

O nomeamento de Juan Carlos I, polo ditador Francisco Franco, como Chefe de Estado, é o exemplo mais claro da continuidade do franquismo.

A monarquia é umha das peças chave para preservar os privilégios da oligarquia, é garante dos seus negócios tanto no Estado espanhol, coma a nivel internacional. Eis a razom pola que a atual democracia burguesa, protege a delinquentes como o emérito, permitindo a sua fugida e impossibilitando investigar os casos de corrupçom, como o cobro de comissons ilegais.

O Estado espanhol além de blindar totalmente à monarquia, persegue, julga e encarcera a todo aquele que denúncia os escuros negócios, ou a vulneraçom de direitos e liberdades que diariamente acontecem neste estado terrorista. O direito à liberdade de expressom só existe para o fascismo.

Nom é casualidade que os partidos do regime, desde PSOE, até os mais reacionários comoo PP, ou pistoleirismo terrorista e fascista, VOX,   reivindiquem e defendam à monarquia. Como partidos funcionáis à oligarquía, som conhecedores de todo o que representa.

Por muitas manobras que o regime de 78 empregue para lavar a imagem, eis o caso do autogolpe de estado do 23F ou o branqueamento dos meios de comunicaçom burgueses desvinculando a Felipe VI dos negócios do emérito, a monarquia continuará sendo umha instituiçom antidemocrática e parásita imposta polo fascismo.

Este busto é outro símbolo fascista mais. Um dos muitos que há por toda a cidade, é que o populista de Abel Caballero e o governo municipal do PSOE, nom quere retirar. Eis polo que de Vigo Antifascista exigimos a retirada deste busto que homenagea a um bandido e mafioso.

Avancemos na construçom do antifascismo combatente galego na nossa cidade para fazer frente a ameaça reacionária nas ruas e ao regime de 78 que a sustenta! Os bourbóns som uns ladróns!

Abaixo a monarquia corruta! Viva a Galiza antifascista e anticapitalista!”

Depois da leitura do comunicado, prendérom-lhe lume a umhas fotografias de Franco, do rei emérito e do atual rei Felipe VI, para representar a súa oposiçom a umha monarquia herdeira do anterior regime, corruta e antidemocrática. Finalizando o ato sem incidentes, apesar de que media dúzia de fascistas achegou-se ao Concelho com ánimo de provocar, mas fôrom expulsados da praça polos militantes antifascistas.

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